terça-feira, 12 de abril de 2016

[Análise] Julho 2015

Análise dos dados coletados no mês de Julho dos produtos que compõem a cesta básica

Os itens que mais sofreram variação em seus preços foram: a margarina (250g), que apresentou uma variação de 371%, cujo preço mínimo foi de R$ 0,89 e máximo de R$ 4,19; em seguida, o tomate, apresentando 100% de variação, preço mínimo de R$ 2,00 e máximo de R$ 3,99; em terceiro, o leite integral, com uma variação de 78%, preço mínimo de R$ 2,25 e máximo de R$ 4,00; e em quarto lugar, a farinha, que apresentou uma variação de 54%, preço mínimo de R$ 2,20 e máximo de R$ 3,39.
Já os produtos que tiveram uma variação menor nos preços foram: o açúcar (kg) que apresentou uma variação de 26%, cujo preço mínimo foi de R$ 1,59, e o máximo de R$ 2,00. Em seguida à carne que apresentou uma variação de 31%, cujo preço mínimo foi de R$ 18,79, e o máximo de R$ 24,69. Em terceiro o feijão (kg) com uma variação de 36%, cujo preço mínimo foi de R$ 4,05, e o máximo foi de R$ 5,49. E em quarto, abanana (dúzia) com uma variação de 40%, cujo preço mínimo de R$ 3,00, e o máximo de R$4,20.

Fonte: Pesquisa Própria
Comparando a variação percentual dos preços do mês de junho de acordo com os produtos que mais variaram no mês de julho, as variações da margarina (250g), do tomate (kg) e do leite integral (litro) aumentaram em julho. A da margarina subiu de 252% em junho para 371% em julho, a do tomate de 57% para 100%, e a do leite integral de 39% para 78%. E somente a variação da farinha (kg) diminuiu em julho; caindo de 109% em junho para 54% em julho.
Já os produtos que apresentaram uma menor variação nos preços deste mês (julho), em relação a junho, todas as variações diminuíram neste mês. A do açúcar (kg) caiu de 168% em junho para 26% em julho. A da carne (kg) de 42% para 31%. A do feijão (kg) de 77% para 66%. E a da banana (dúzia) de 87% para 40%.

O aumento da margarina é decorrente do fato que uma das margarinas pesquisadas, a Becel, é indicada para pessoas que necessitam reduzir o nível de colesterol ruim do organismo, fazendo com que esse produto apresente um diferencial e tendo como consequência a elevação do seu preço.
O tomate e a farinha têm um fator em comum para suas variações, pois no mês de julho choveu mais do que em junho, ficando mais favorável assim, o plantio desses produtos e consequentemente, a queda nos seus preços. No caso do leite, a variação pode ser justificada pela queda de produção dos principais produtores de leite no país.

Já os produtos que apresentaram uma menor variação, podem ser justificados como nesse caso o açúcar, que apresentou um aumento considerável de produção, resultando em uma grande quantidade do mesmo nos supermercados, assim segurando o preço. A carne houve uma diminuição no consumo, em consequência disso, as indústrias fornecedoras da carne bovina estão diminuindo suas compras com objetivo de segurar o preço e evitar repassar aos consumidores. Já o feijão, sua venda no varejo voltou ao normal com a entrada dos salários no final do mês fornecendo poder de compra aos clientes. E por último a banana, que variou pouco devido ao início de sua safra, o produto está bem ofertado nos supermercados para os consumidores.

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