terça-feira, 12 de abril de 2016

[Análise] Setembro 2015

http://www.ipcpatos.com.br/2016/04/analise-setembro.html
Análise dos dados coletados no mês de Junho dos produtos que compõem a cesta básica

Os itens que apresentaram maior variação no mês de setembro de 2015 foram, em primeiro lugar, o tomate, que apresentou um reajuste de 267%, com preço mínimo de R$ 1,50 e máximo de R$ 5,50. Em seguida veio a margarina (250g) que apresentou um reajuste de 238%, com preço mínimo de R$ 1,24 e máximo de R$ 4,19. Em terceiro lugar o feijão que teve um reajuste de 149%, com preço mínimo de R$ 2,49 e máximo de R$ 6,19. E por último a banana (unidade) apresentando um reajuste de 80%, com preço mínimo de R$ 0,25 e máximo de R$ 0,45. 

Já os produtos que apresentaram menor variação em seus preços foram, em primeiro lugar, a carne que teve um reajuste de 28%, com preço mínimo de R$ 18,89 enquanto o máximo foi de R$ 24,20. Logo em seguida veio o arroz que apresentou um reajuste de 33%, tendo como preço mínimo R$ 2,14 e máximo R$ 2,85. Em terceiro lugar veio o açúcar que também apresentou um reajuste de 33%, apresentando preço mínimo de R$ 1,65 e máximo de R$ 2,20. Por último, tivemos o pão (kg) que apresentou um reajuste de 34%, com preço mínimo de R$ 5,00 e máximo de R$ 6,70. 

Comparando a variação percentual dos preços do mês de agosto, de acordo com os produtos que mais variaram no mês de setembro, todos os produtos aumentaram suas variações. A variação do tomate (kg) subiu de 20% em agosto para 267% em setembro. A da margarina (250g) de 29% para 238%. A do feijão (kg) de 8% para 149%. E a da banana de 40% para 80%.

Já comparando os produtos que apresentaram uma menor variação nos preços deste mês (setembro) em relação a agosto, todos aumentaram suas variações. A variação da carne (kg) subiu de 3% em agosto para 28% em setembro. A do arroz (kg) de 17% para 33%. A do açúcar (kg) de 19% para 33%. E a do pão (kg) de 0% para 34%.

Fonte Própria
Os itens que mais sofreram variações nos preços foram: o tomate, pois, devido à safra de inverno, houve uma elevação da oferta e a uma redução no preço. No caso da margarina a variação é decorrente do fato que uma das margarinas pesquisadas (Becel) é indicada para pessoas que necessitam reduzir o nível de colesterol ruim do organismo, fazendo com que esse produto apresente um diferencial e tendo como consequência a elevação do seu preço. O feijão, por sua vez, teve variação elevada, pois a safra não conseguiu atender o mercado interno, fazendo com que houvesse aumento no preço deste item. Já no caso da banana, a variação pode ser caracterizada pela falta de chuva o que afetou a sua safra e, consequentemente, diminuiu a sua produtividade.

Nos itens que menos sofreram variação, em primeiro lugar veio a carne, na qual a variação foi justificada pelo alto custo de reposição de bezerros e pela exportação recorde de carne, fato que reduziu a oferta e aumentou a cotação da carne no varejo. Nos casos do arroz e do açúcar a variação foi decorrente da queda em seus preços, e ainda, pela menor demanda desses produtos no mercado já que são itens com validade prolongada. Já o preço do pão variou, pois, com a desvalorização do real frente ao dólar, o trigo ficou mais caro, tornando mais elevado o custo do pão francês.

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